Escolas decidem como e quando fazem chegar aos pais os resultados das provas de aferição

Os relatórios individuais das provas de aferição do 2.º, 5.º e 8.º anos do ensino básico que este ano se submeteu a este tipo de prova já começaram a chegar às escolas. Serão estas que decidirão como vão dar a conhecer este documento aos encarregados de educação. Poderá decidir que o faz por email, por exemplo, ou pode optar por convocar as famílias para uma reunião, de forma a ajudar os pais a interpretar a informação sobre o desempenho dos seus filhos. Não há um prazo definido: as escolas podem fazê-lo já ou apenas nas reuniões de arranque do ano letivo. As provas de aferição, a Português e Matemática, foram realizadas este ano em 57% das escolas básicas do país (para o ano são obrigatórias em todas), o que significa que foram produzidos “pouco menos de 50 mil relatórios individuais” de aluno, por cada um dos três anos de escolaridade, explicaram o presidente do Instituto de Avaliação Educativa, Hélder Sousa, e o secretário de Estado da Educação, João Costa, numa sessão de apresentação deste novo instrumento de informação aos pais. No relatório constará uma descrição do desempenho do aluno por “domínio de aprendizagem”. O aluno “respondeu de acordo com o esperado, ou fê-lo com falhas pontuais”, ou “mostrou dificuldades na resposta”? E se sim, quais? Ou não conseguiu responder “de acordo com o esperado”? Ou não respondeu de todo? O objetivo é detectar que tipo de erro cometeu o aluno, em cada questão e em cada grupo de questões e dar uma aos alunos, pais e escolas uma informação muito mais detalhada do que uma mera classificação de 1 a 5.

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Captura de ecrã 2016-07-29, às 18.53.41

Dra. Sofia Monteiro

Técnica Superior de Educação Especial e Reabilitação

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