Governo quer aplicar currículo específico apenas em casos de deficiência profunda

A secretária de Estado da Inclusão afirmou no passado dia 14 do mês de julho que quer que o currículo específico individual seja aplicado apenas em casos de deficiência profunda, ao contrário do que se verifica atualmente. Ana Sofia Antunes referiu à agência Lusa que considera que “tem vindo a aumentar o número de alunos a quem é aplicado o CEI (currículo específico individual) e isso é preocupante”, salienta que o executivo pretende que este currículo seja aplicado apenas em casos de “deficiência profunda, em que a apreensão de conteúdos esteja seriamente dificultada”. Sublinha que o objetivo será a obtenção de um certificado de aprovação no 9º ano e não somente um “certificado de frequência”, tendo em vista o acesso a uma profissão. No ano letivo passado, dos 79.077 alunos com Necessidades Educativas Especiais, 10.331 tinham um currículo específico individual e segundo dados da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, a maior parte dos alunos com CEI passa menos de 40% do tempo letivo com a sua turma.

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Dra. Sofia Monteiro

Técnica Superior de Educação Especial e Reabilitação

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